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Querida Eliane

do Outono à Primavera

trazem-te vagas e brisas

ao encontro dos amigos


mas eu… "estou de castigo"!


tanto queria estar contigo

neste encontro desejado!


...como um diáfano véu

de esperança reluzente

se esconde numa nuvem

assim fico descontente...


por ti ergo a minha a minha taça

e embora não se veja

minha alma está presente

a teu lado, nesta mesa!


Nesta mesa e nesta vida, não deixarei de dizer-te quanto me és querida!



Que este tempo connosco seja em tudo proveitoso.

Recolhe o céu e o mar, as paisagens, o nosso fado, e tece com estes fios novos e lindos poemas!



Maria





Enviado por Maria Petronilho em 24/05/2010




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