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O Meu Grito
Data: 19/03/2007
Créditos:
Poema: Maria Petronilho
Voz: Fernando Reis Costa
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Maria Petronilho (registo www.igac- ref 2276/DRCAC - Ministério da Cultura, Portugal)). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.








Tal como um raio revela

A sobeja cobardia

Que perfidamente intenta

Emaranhar a lisura

Em jogos de infame intriga,

O incontido grito desvenda

O perverso estratagema

Do calculista na sombra

Que o meu grito estraçalha

Na caverna onde se acoita

Rasgo a mudez do silêncio

Do meu grito se faz eco

E tal eco se faz canto

Alastrando no céu limpo

Revelo a nítida auréola

E o meu grito desabrocha

Em flor, borboleta que voa

Transluzindo evidência

Isento esplendor da alma!






Enviado por Maria Petronilho em 21/02/2007

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Maria Petronilho (registo www.igac- ref 2276/DRCAC - Ministério da Cultura, Portugal)). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.



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Imagem de cabeçalho: inoc/flickr